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DEPUTADO FEDERAL SÉRGIO SOUZA 1512 O DEPUTADO FEDERAL DA NOSSA TERRA ...

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE REVISTA FÓRUM :

  https://revistaforum.com.br/economia/bets-consumo-alimentos-abras/ Após Lula proibir bets, brasileiros compram mais arroz, óleo e café, di...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

A FONTE DA INFORMAÇÃO É DO SITE PARANÁ PORTAL :

 Arthur Lira é eleito presidente da Câmara após interferência de Bolsonaro

Folhapress

Arthur Lira é eleito presidente da Câmara após interferência de Bolsonaro

Em uma campanha marcada por interferência do Palácio do Planalto, com a promessa de emendas e oferta de cargos no governo em troca de votos, o deputado Arthur Lira (PP-AL), 51, líder do centrão, foi eleito nesta segunda-feira (1º) presidente da Câmara para um mandato de dois anos.

O resultado representa também a vitória do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o agora ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), que apostou em Baleia Rossi (MDB-SP) para tentar impedir a influência do governo no Congresso.Lira recebeu 302 votos, o que foi suficiente para vencer a eleição já no primeiro turno –eram necessários a maioria dos deputados presentes. Baleia teve 145 votos.

Além da experiência do terceiro mandato e da fama de cumpridor de palavras, o alagoano contou com a decisiva ajuda da máquina pública para derrotar Baleia.

Um dos principais trunfos foi a promessa de emendas a deputados em troca de votos em Lira. O Executivo abriu o cadastro para inscrição de municípios em programas federais que terão verbas carimbadas por parlamentares.

Segundo as informações do governo, já foram cadastrados os pedidos de cerca de 600 municípios, que registraram demandas que giram em torno de R$ 650 milhões. Eles são relativos aos ministérios do Desenvolvimento Regional, do Turismo e da Agricultura.

Apesar da promessa, o dinheiro ainda precisa da aprovação do Orçamento ou de um projeto que abra crédito extra.

Além da promessa de emendas, o governo também acenou com cargos e até com a recriação de ministérios para acomodar indicados do centrão. Na sexta-feira (29), o próprio Bolsonaro afirmou que pretendia reconstituir os ministérios da Cultura, do Esporte e da Pesca.

A decisão, porém, estava condicionada à vitória de Lira na Câmara e de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no Senado. No sábado (30), Bolsonaro negou o que tinha dito um dia antes.

A aproximação de Lira com Bolsonaro se deu em um momento crítico do governo, em abril do ano passado, quando o presidente viu crescer o número de pedidos de impeachment após insuflar manifestações contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal).

Para se blindar, Bolsonaro recorreu a partidos do centrão, negociando cargos em troca da formação de uma base informal na Câmara. Na época, Lira chegou a gravar um vídeo ao lado do presidente.

Em setembro, antes das eleições municipais, Lira levou a corrida eleitoral para o plenário da Câmara, que realizava votações remotas.

Rompendo acordo firmado em fevereiro com o grupo de Maia, o líder do centrão pressionou pela instalação da Comissão Mista de Orçamento, a ser presidida por uma aliada, a deputada Flávia Arruda (PL-DF).

Pelo acordo de fevereiro, o comando do colegiado seria exercido por um aliado de Maia, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) –que, depois, bandearia para o lado de Lira.

Ao longo de sua campanha, formalizada no início de dezembro, Lira conseguiu atrair ex-aliados de Maia, como Marcelo Ramos (PL-AM) e Marcos Pereira (Republicanos-SP), apontados como potenciais nomes a serem escolhidos pelo então presidente da Câmara para sucedê-lo.

A plataforma de campanha de Lira girou em torno da promessa de uma Câmara “independente e harmônica”. “Nossa candidatura é a opção de quem acredita que política é feita de compromisso e palavra”, afirmou em uma rede social, em janeiro.

O candidato de Bolsonaro, no entanto, já deu sinais de que a harmonia que busca com o Executivo pode se traduzir em uma blindagem do presidente. Também em uma rede social, afirmou que “ninguém pode se comprometer ou torcer por um impeachment”.

“Ele é um remédio institucional amargo. E é fruto de uma conjunção de fatores e não uma decisão unilateral do presidente da Câmara”, escreveu.

Lira também demonstrou resistência em criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar a condução do governo na pandemia de Covid-19.

Fora da Câmara, o novo presidente da Câmara é alvo de investigações. Em novembro, a Primeira Turma do STF formou maioria para manter

Lira como réu acusado de corrupção passiva no processo em que é investigado por receber R$ 106 mil em propina. O julgamento foi suspenso.

Por causa disso, Lira não poderá assumir a Presidência da República em caso de ausência de Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão (PRTB). Em 2016, o STF decidiu que réus não podem ocupar o cargo.

O Ministério Público de Alagoas apresentou denúncia por suspeita de participação do parlamentar em um esquema de desvio de dinheiro da Assembleia Legislativa de Alagoas, no que foi chamado de Operação Taturana.

O líder do centrão também foi acusado de agressão física e ameaças por sua ex-mulher.

Em 2006, Jullyene Lins apresentou queixa por lesão corporal contra o então deputado estadual à Polícia Civil. Ela afirmou no depoimento que, após ficar sabendo que ela estava se relacionando com outro homem, depois da separação, Lira foi até sua residência e a agrediu com tapas, chutes, pancadas e “arrastada pelos cabelos, tendo sido muito chutada no chão”.

Jullyene anexou fotos das lesões ao processo e o caso foi parar no STF. Depois, porém, Julyenne mudou a versão da história, assim como todas as testemunhas, e disse que fez a denúncia “por vingança”. Em 2015, Lira foi inocentado do caso.

Ao jornal Folha de S.Paulo, Julyenne disse que o deputado a pressionou e a ameaçou para que ela mudasse o depoimento que fez à Justiça.

A assessoria do deputado diz que “os processos que, de fato, vieram a julgamento contra o deputado foram arquivados e os próximos devem ter o mesmo desfecho devido a suas inconsistências. No STF, em relação à Lava Jato, três foram arquivados”.

No caso da Operação Taturana, disse que a decisão que absolveu o deputado indica que a acusação, mesmo advertida pelo STF e Receita Federal, manteve irregularidades e ilegalidades na apuração e condução do processo.

Sobre as denúncias de sua ex-mulher, disse que “a própria Folha de S.Paulo conhece os resultados em favor do deputado e persiste em acusações requentadas, agredindo e desrespeitando sua família”. Disse que a nomeação de sua equipe é transparente e pode ser consultada inclusive pela internet. Sobre a posse de arma, “trata-se de renovação de registro da arma, que seria destinada a um terceiro”, respondeu.

LEIA MAIS: Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado com apoio de Bolsonaro e Alcolumbre


A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE 247.COM :

 

E agora, o que falta para liquidar a farsa?


Sérgio Moro, incensado pelos grandes meios que há muito deixaram de ser, se é que alguma vez foram, de informação, atuando como meios de deformação, agiu sem pudor algum.  

O juizeco provinciano elevado a santo no altar dos farsantes esbanja desonestidade, manipula desavergonhadamente todo o processo, e conta com a fiel cumplicidade de Dallagnol.  

Essa dupla de facínoras formou o eixo ao redor do qual circularam todos os demais manipuladores, tanto os dos meios de comunicação como os poltrões instalados nas instâncias superiores da Justiça, que a tudo assistiram inertes. E enquanto a política era demonizada, as portas eram escancaradas para que um psicopata chegasse à presidência da República e instaurasse primeiro o caos, e depois, o genocídio. A partir da divulgação dos diálogos que compõem o comportamento putrefato principalmente de Sérgio Moro, está aberto o espaço para duas perguntas que terão necessariamente de ser respondidas o quanto antes.

A primeira: até quando vão manter essa farsa abjeta e deixar dois imundos morais como Dallagnol e Moro perambulando livremente por aí? Quanto mais será preciso esperar para anular a farsa inteira, cujo único e exclusivo objetivo era manter Lula longe das urnas? A segunda: será que algum dia os grandes meios de comunicação terão a decência mínima, ínfima, de reconhecer sua responsabilidade na farsa que culminou com a destruição do país? No genocídio levado a cabo com eficiência pelo psicopata que ajudaram a instalar no poder?

Por rigorosa prescrição médica não vejo a Globo. Mas confesso minha enorme tentação em desobedecer quem cuida desta minha pobre saúde e acompanhar o Jornal Nacional por esses dias.  

Será que o bonitão e a bonitinha irão dedicar meia hora contando o que dois canalhas chamados Moro e Dallagnol tramaram, como agiram, e quais foram as consequências?

A FONTE DA INFORMAÇÃO JORNAL EL PAÍS DA ESPANHA :

Conversas entre Moro e Dallagnol poderiam anular processos, incluindo o da prisão de Lula, segundo juristas

Especialistas apontam violações que magistrado e procuradores teriam cometido, segundo reportagem do The Intercept Brasil, que poderiam ser usados pela defesa de Lula.





A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE CONJUR.COM :

 

MARMELADA A JATO

Moro orientou Deltan e consórcio manteve conversas clandestinas com EUA e Suíça




Moro orienta procuradores sobre dados obtidos no sistema da Odebrecht



Mensagens trocadas entre Sergio Moro — então juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos casos da autodenominada "lava jato" — e Deltan Dallagnol — à época coordenador da "operação" — revelam que a condução de processos relacionados a Lula foi combinada entre acusação e julgador.

As mensagens foram anexadas em petição endereçada ao STF, no âmbito da reclamação 43.007, em que a defesa do ex-presidente pediu inicialmente acesso integral ao material apreendido pela chamada operação "spoofing". Os dados consistem em mensagens trocadas entre procuradores e juízes que participaram da "lava jato" e foram divulgadas pelo The Intercept Brasil na série de reportagens que ficou conhecida como "vaza jato". O relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, deferiu o pedido, embora a defesa tenha tido dificuldade para ter acesso ao material.

Nesta quinta-feira (28/1), Lewandowski decretou sigilo sobre a ação (reclamação 43.007), após pedido da defesa, que também anexou aos autos algumas mensagens analisadas por um perito judicial.

O site da Veja publicou alguns trechos dessas conversas. Os documentos revelados pela publicação mostram diálogos curtos entre o ex-juiz e o chefe da "lava jato". Em uma das mensagens — de 16 de fevereiro de 2016 —, Moro pergunta se a denúncia contra Lula seria "sólida" o suficiente.

"Profecia autorrealizável"
Em outra conversa, Moro cobra de Dallagnol manifestação do MPF em uma das ações:

No caso, trata-se da ação 5046159-54.2016.4.04.7000. O pedido de Moro foi feito às 18h57 de 14/9/16. A resposta de Dallagnol veio em seguida (às 19h08). E, às 19h41, o procurador afirmou que a manifestação estava sendo protocolada. Em consulta à movimentação do processo, tal manifestação foi protocolada, de fato, às 19h43. E, em 16/9, Moro profere decisão. Nela, o juiz afirma que Polícia Federal e MPF pediram "autorização para a condução coercitiva de parte dos investigados". O pleito foi então deferido, contra 13 pessoas.

Em outra mensagem, Deltan pede sigilo absoluto acerca de uma reunião secreta com representantes suíços. O procurador também pede que Moro limite o depoimento do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, apenas aos fatos pelos quais ele é acusado, para que ele não amplie benefícios penais sem se tornar um delator.

Para os advogados de Lula, "é possível desde já constatar, para além da escancarada ausência de equidistância que deveria haver entre juiz e partes, por exemplo: (1) a efetiva existência de troca de correspondência entre a "força-tarefa da lava jato" e outros países que participaram, direta ou indiretamente, do Acordo de Leniência da Odebrecht, como, por exemplo, autoridades dos Estados Unidos da América; (2) documentos e informações que configuram quebra da cadeia de custódia relacionados aos sistemas da Odebrecht; e (3) a busca selvagem e a lavagem de provas pelos órgãos de persecução, com a ciência e anuência do juízo de piso".

Deltan recomenda que juiz 'respire fundo' após pedido de oitiva de Tacla Duran por parte dos advogados do ex-presidente Lula

O procurador também tenta agendar um horário com o então juiz Sergio Moro para falar com ele sobre "apreensão de celulares".

Procurador e juiz também trocam confidências sobre a atuação da defesa dohttps://www.conjur.com.br/2021-jan-28/moro-orienta-deltan-consorcio-mantem-conversas-clandestinas ex-presidente e as denúncias do advogado Rodrigo Tacla Durán de que um amigo de Moro lucraria intermediando acordos de delação premiada.

Moro também orienta o procurador sobre as informações obtidas pelos sistemas Droussy e Webday da Odebrecht. "Vcs [sic] vão ter que enviar isso a PF para fazer laudo pericial e depois produzir laudos específicos a cada acusação. Do contrário, vai ser difícil usar", ensinou o então juiz.

Defendem o ex-presidente os advogados Cristiano Zanin, Valeska Martins, Maria de Lourdes Lopes e Eliakin Tatsuo.

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE MIGALHAS.COM :


CLICK AQUI PARA TER ACESSO AS MENSAGENS DO SITE : 


OPINIÃO BLOG MÁRCIO ADRIANO NEWS : 
O BLOG MÁRCIO ADRIANO NEWS TEVE ACESSO AS MENSAGENS DA OPERAÇÃO SPOOFING ONDE O ENTÃO O EX-JUIZ E EX-MINISTRO SÉRGIO MORO ORIENTA O PROCURADOR DA REPÚBLICA DELTAN DALLAGNOL DE COMO SE PROCEDER NO PROCESSO CONTRA O EX-PRESIDENTE LULA; O QUE JURIDICAMENTE É ILEGAL E INCONSTITUCIONAL DENTRO DA NORMA JURÍDICA BRASILEIRA; ENQUANTO A SOCIEDADE BRASILEIRA NÃO TIVER REALMENTE CULTURA POLÍTICA, O POVO VAI SEMPRE PADECER DE UMA MANIPULAÇÃO POLÍTICA; A IGNORÂNCIA, A INTOLERÂNCIA E O FANATISMO NO BRASIL NÃO ACABA PORQUE DÁ MUITO LUCRO PARA AS ELITES MUNICIPAIS, ESTADUAIS E NA UNIÃO FEDERAL MANIPULANDO O POVO DE UMA FORMA POR IGUAL, ESSE É O TRISTE CENÁRIO DA MANIPULAÇÃO POLÍTICA QUE O POVO BRASILEIRO SOFRE TODOS OS DIAS.


 Operação Spoofing

Mensagens revelam Moro orientando Dallagnol em processos sobre Lula

Após a divulgação do conteúdo, ministro Lewandowski colocou o processo sob sigilo.

Nesta quinta-feira, 28, o ministro do STF Ricardo Lewandowski determinou o sigilo sobre a ação em que a defesa do ex-presidente Lula conseguiu acesso às mensagens da operação Spoofing, que investiga a invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades. O ministro informou que o sigilo foi pedido pela defesa do petista, por "haver nos autos material que a defesa considerou sigiloso". As informações foram divulgadas pela revista Veja.

Na quarta-feira, 27, antes do sigilo ser determinado, a defesa de Lula havia incluído na ação uma petição em que os próprios advogados divulgam algumas mensagens já analisadas por um perito judicial.

A Veja teve acesso ao conteúdo e divulgou diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dellagnol. Em uma das mensagens, de 2016, Moro pergunta se a denúncia contra Lula seria "sólida" o suficiente. Em outro momento, orienta Deltan a validar as provas na PF. Na vexatória troca de conversas, Deltan diz ao juiz como conduzir o interrogatório de um réu.

Confira abaixo:

Cobrança por denúncia

Em uma das mensagens que foram incluídas pela defesa de Lula na ação, de 2016, Moro pergunta se os procuradores têm uma "denúncia sólida o suficiente". Em seguida, Dallagnol informa a ele linhas gerais do que os procuradores pretendiam apresentar contra Lula.

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

Reunião sigilosa com suíços

Entre 28 de novembro e 1º de dezembro de 2015, Deltan e Moro trocam mensagens que tratam de investigações da Lava Jato sobre contas no exterior. O procurador cita uma reunião com "os suíços, que vêm pra cá pedindo extremo sigilo quanto à visita". Em seguida, diante de informações de Dallagnol sobre contas da Odebrecht no exterior, Moro pergunta se o beneficiário dos repasses delas seria "JS", referência a João Santana, responsável por campanhas presidenciais do PT, preso em 2016. O procurador responde que sim e informa o nome de uma conta no exterior usada por Santana para receber pagamentos da empreiteira, a "shellbill".

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

Léo Pinheiro

Dallagnol pede a Moro que limite o depoimento do empreiteiro da OAS Léo Pinheiro, aos fatos pelos quais ele era acusado em uma ação penal, não permitindo que ele ampliasse os relatos em busca de benefícios penais sem ser delator.

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

Manifestação do MP

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

Celulares

Um dia antes da prisão de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, em 2016, Dallagnol tentava combinar um horário para encontrar Moro e falar com ele sobre "apreensão dos celulares". Ele também menciona reuniões com representantes suíços e americanos para "discutir e negociar percentuais da divisão do dinheiro".

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

"Respirar fundo"

Em agosto de 2017, após a Folha de S. Paulo publicar uma reportagem sobre o advogado Rodrigo Tacla Durán, acusado de ser operador de propinas da Odebrecht, o procurador e o ex-juiz conversaram sobre o assunto.

(Imagem: Reprodução/Veja)

(Imagem: Reprodução/Veja)

Orientação

Em 2017, Moro orienta Deltan sobre sistemas da Odebrecht.

(Imagem: Reprodução/Veja)https://migalhas.uol.com.br/quentes/339607/mensagens-revelam-moro-orientando-dallagnol-em-processos-sobre-lula

(Imagem: Reprodução/Veja)





Caminhoneiros bloqueiam duas faixas da Castello Branco em protesto

A FONTE DA INFORMAÇÃO É DA FOLHA DE SÃO PAULO : SITE CAPAS DE JORNAIS.COM


 

A FONTE DA INFORMAÇÃO JORNAL O ESTADÃO.COM : SITE CAPAS DE JORNAIS.COM


 

A FONTE DA INFORMAÇÃO O GLOBO.COM : SITE CAPAS DE JORNAIS.COM


 

A FONTE DA INFORMAÇÃO ESTADO DE MINAS : SITE CAPAS DE JORNAIS.COM


 

A FONTE DA INFORMAÇÃO PORTAL G1.COM :

 

Por G1 PR e RPC Foz do Iguaçu





Dois homens suspeitos de roubar uma casa e fazer uma família refém

em São Miguel do Iguaçu, na região oeste do Paraná, foram mortos

durante um confronto com a Polícia Militar (PM), na madrugada

desta segunda-feira (1º).

De acordo com os policiais, três homens participaram do assalto

e fugiram com uma caminhonete da família.

Depois de conseguir se libertar, 

a família acionou a PM.

Ao serem abordados, já em Foz do Iguaçu, segundo a PM,

os suspeitos bateram o veículo 

nas grades do portão de uma 

casa e dispararam

 tiros contra os policiais.

Dois dos suspeitos do assalto foram mortos na hora e o terceiro levou

um tiro na barriga e foi encaminhado para um hospital local.

Nenhum policial ficou ferido.

Ninguém ficou ferido no local onde houve a batida. A família que foi rendida durante o assalto também não se machucou.

Marcas de tiro mostram o confronto entre os policiais e os suspeitos em Foz  — Foto: Vinícius Machado/RPC






A FONTE DA INFORMAÇÃO TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA :




Um homem acabou sendo agredido durante roubo na noite de domingo (31), em Jardim Alegre. Conforme informações da Polícia Militar (PM), o caso foi por volta das 21 horas, às margens da Rodovia PR-466.  

A vítima relatou que conduzia o carro dele, um GM/Monza quando foi abordado por quatro indivíduos, dois homens e duas mulheres, e que os mesmos exigiram que  entregasse a chave carro.

Ele negou e entrou em luta corporal com os dois indivíduos, que ambos o agrediram com diversos socos e chutes pelo seu corpo e posteriormente se evadiram do local.

Durante a briga os agressores  subtraíram o  celular Samsung da vítima. As agressões resultaram escoriações rosto e antebraço.


Homem é agredido durante

roubo em Jardim Alegre

A FONTE DA INFORMAÇÃO TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA :



Um grave acidente na noite deste domingo (31), por volta das 22h40 horas, em Ivaiporã tirou a vida de um motociclista.

O acidente que  envolveu uma carreta Scania G-420 A6X4 e uma motocicleta Honda CB 300R, aconteceu no cruzamento das Ruas Placídio Miranda com Tiradentes e José Rabaneda - próximo ao Murilo Lanches - no final da Vila João XXIII em frente o Jardim Casagrande II.

O motociclista André Farias,38 anos morreu no local do acidente. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). As causa do acidente estão sendo apuradas.


Motociclista morre em colisão

com carreta, em Ivaiporã