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DEPUTADO FEDERAL SÉRGIO SOUZA 1512 O DEPUTADO FEDERAL DA NOSSA TERRA ...

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE BRASIL 247.COM :

  https://www.brasil247.com/editoriais/fuga-de-flavio-desmoraliza-o-bolsonarismo-e-abre-espaco-para-lula-pacificar-o-brasil/ Fuga de Flávio ...

sexta-feira, 30 de abril de 2021

A FONTE DA INFORMAÇÃO TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA : CASO AMIGO INTERNAUTA VOCÊ NÃO ESTEJA VISUALIZANDO O VÍDEO VOCÊ TEM A DISPOSIÇÃO O LINK JORNALÍTICO DA TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA.


Carreta tanque tomba

no Contorno Sul; 

combustível na pista




Escrito por Da Redação
Publicado em 30.04.2021, 10:39:25 Editado em 30.04.2021, 11:50:19






Uma carreta tanque que transportava combustível tombou no Contorno Sul em Apucarana, na manhã desta sexta-feira (30). O acidente aconteceu por volta das 10h20 e motorista ficou preso nas ferragens. 

Os Bombeiros e o Samu foram chamados.  Pista ficou completamente bloqueada, e aconteceu o vazamento de combustível na rodovia, o que gera grande preocupação nos socorristas.

A princípio o motorista seguia sentido Apucarana Maringá. O acidente aconteceu próximo da Vila Rural Nova Ukrania. 

A Polícia Rodoviária Federal, PRF, também atende a ocorrência. A princípio, o caminhão com placas de Maringá estava carregado com Diesel.

A FONTE DA INFORMAÇÃO TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA :

https://tnonline.uol.com.br/noticias/vale-do-ivai/motorista-fica-feria-apos-capotar-veiculo-na-br-376-528994Na manhã desta sexta-feira (30), um veículo capotou na BR-376, em Mauá da Serra.

Segundo testemunhas, o acidente teria ocorrido após uma caminhonete esbarrar no Fiat Mobi Like, que trafegava pela via lateral da pista.

A motorista do carro foi encaminhada para o Posto de Saúde, mas não ferimentos graves.

Ainda de acordo com uma testemunha, o Mobi foi locado e pertence a uma empresa que presta serviços nas obras de duplicação da rodovia.

MAUÁ DA SERRA

Motorista fica feria após capotar

veículo na BR-376



A FONTE DA INFORMAÇÃO TRIBUNA DO NORTE DE APUCARANA :

 

A FONTE DA INFORMAÇÃO PORTAL G1.COM :

 https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2021/04/30/prefeita-de-querencia-do-norte-morre-por-complicacoes-da-covid-19.ghtml

Por RPC Noroeste




A FONTE DA INFORMAÇÃO REVISTA ISTOÉ :

 https://istoe.com.br/os-23-pecados-capitais-do-governo/

Os 23 pecados capitais do governo























No último domingo de Ramos — não o da festa cristã que celebra a semana anterior à Páscoa, mas sim no do ministro Luiz Eduardo Ramos, da Casa Civil, dias atrás —, Messias, não o da dimensão superior, o terreno, aquele mesmo que atende também pela alcunha de capitão Bolsonaro, teve de se curvar no altar do purgatório para espiar seus 23 pecados. Era uma lista de malversações sanitárias, crimes à saúde de toda a natureza, decisões erráticas, orientações fraudulentas de tratamento e inomináveis barbeiragens, contra as quais o governo buscava justificativas para a sua defesa junto à CPI da Covid. A relação de Ramos constituía um verdadeiro compêndio de aberrações, quase uma delação premiada, com provas e práticas a evidenciar a perversão do mandatário, responsável maior pela “causa mortis” de milhares de brasileiros. Fatos concretos estão ali. Não há nem como contestar, visto serem de conhecimento e testemunho geral. Da negligência no processo de aquisição de vacinas à promoção e produção indevida de medicamento comprovadamente ineficaz (com gastos inexplicáveis), desprezando orientações da OMS.

Desde o início, com o seu negacionismo, o governo minimizou a gravidade da pandemia. Tripudiou sobre ela. Fez pouco caso dos enfermos e de seus familiares. “Vamos deixar de mimimi”, dizia. “E daí?”, questionava quando indagado sobre o número de mortos, emendando logo a seguir com o atributo pejorativo de “País de maricas”, devido ao luto generalizado a tomar o povo. Não restam dúvidas hoje – quando a Nação alquebrada pelo demolidor número de mais de 400 mil mortos, cai desolada – sobre a investida bolsonarista desfavorável à vida. O mandatário parece alimentar algum tipo de obsessão funesta e singular de desprezo ao semelhante — bem descrita na literatura psiquiátrica. Para ele, é natural que “os fracos” tombem pelo caminho. 30 mil, 100 mil, 400 mil? “Paciência, fazer o que? É da vida”. Vida e morte ao alcance do dedo do “mito”. Foi ele, no topo da hierarquia de decisões de Estado, quem retardou recursos e deliberações para o enfrentamento da crise no Amazonas, levando pacientes a morrerem por asfixia, em um colapso do sistema sem precedentes. Foi ele quem repudiou campanhas de prevenção. Quem cancelou leitos de UTIs do SUS, quando mais eram necessários. Quem politizou a pandemia. Quem deixou apodrecer até o vencimento estoques de testes da doença, condenando o Brasil a ter o mais baixo índice de testagem do mundo (apenas 13,6% da população), segundo o “Our World Data” da Universidade de Oxford. Bolsonaro, em pessoa, não aceitou 70 milhões de doses da vacina da Pfizer, ainda em meados do ano passado. Reclamou da pressa sobre o assunto. Disseminou fake news. Promoveu aglomerações. Pressionou, exigiu e obrigou ministros a defenderem a hidroxicloroquina. Fez o diabo. Pesquisadores da Universidade de Michigan e da FGV elaboraram um estudo, denominado “Global Health Security Index”, que integrou o relatório comparativo das políticas globais anti-covid, e constataram que Bolsonaro usou de seus poderes constitucionais para negligenciar a pandemia e boicotar estados e municípios envolvidos no combate à doença. Por quatro vezes, em meio à pandemia, trocou o ministro da Saúde, algo inédito na história. Interferiu como pôde nos protocolos de tratamento, na forma de divulgação dos dados, nas escolhas de contratos e caminhos. Rejeitou nada menos que 11 ofertas de vacinas da Covid — e isso considerando apenas os episódios em que há comprovação documental de tal omissão. Por duas vezes recusou a participação nacional no consórcio da Covax Facility para aquisições de imunizantes a preços mais em conta. E, quando finalmente o fez, encomendou doses para apenas 10% da população, o menor limite de pedido possível. Uma das maiores publicações científicas do mundo, a Revista “Nature”, definiu, com todas as letras, sem ressalvas, que Jair Bolsonaro “provocou uma crise épica na Saúde” com a sua postura anticientífica e de falta de diálogo junto aos especialistas. Para a “Nature”, enquanto o Brasil e o mundo enfrentavam a “fase mais negra” da doença, o presidente da maior nação latino-americana passeava de Jet Ski, recusava-se a usar máscara, desprezava a dor alheia e reclamava do isolamento. “Não há exemplo paralelo de tamanha omissão no planeta”. Outro artigo, da “The Lancet”, revista médica de maior alcance internacional, aponta erros crassos na subutilização dos fundos de emergência de R$ 44,2 bilhões e o desmantelamento técnico da estrutura de enfrentamento do Ministério da Saúde, com a substituição de especialistas por militares sem a devida competência. A publicação “Science” relaciona o número de mortes no Brasil ao descompasso das ações federais. A comunidade global já tem o seu veredicto: Bolsonaro é um genocida em escala, de perigo crescente. Assombrosa é a espera de sua punição pelas autoridades competentes. A CPI da Covid inicia, com certo atraso, as investigações. O “mito” Messias, como qualquer réu em vias de prisão, alega não ter feito nada de errado. Ou não percebe, ou escolhe o papel de sonso. Tenta procrastinar os trabalhos. Recorre a ardis nos tribunais para dificultar a evolução das sessões e faz manobras paralelas buscando tirar o foco do assunto. O que move o presidente, para variar, é única e exclusivamente o desejo de se perpetuar na cadeira do Planalto. E, por incrível que possa parecer, conta com a morte como a sua grande aliada. Ao menos acredita nisso. Senão, vejamos: segundo ele próprio prega na sua cartilha de encíclicas do apocalipse, a melhor solução vem por via de uma contaminação de 70% das pessoas para atingir a esperada imunidade de rebanho. É o ideal, prega ele. Vacinação, no ritmo trôpego a seguir, não contará com a sua ajuda, nem mesmo por meio de campanhas destacando a importância da adesão. Afinal, o temor acalentado no Planalto é sobre o risco de muitos virarem jacaré. No plano destrutivo do mandatário, o melhor a fazer é armar, literalmente, a população e retirar controles de segurança — como os radares das estradas e as cadeirinhas de proteção dos bebês nos carros. Nessas deliberações expõe o grau de responsabilidade devotado aos eleitores que o colocaram no cargo. Anote qualquer decisão do Messias de araque.

Invariavelmente, irá comprovar o pendor irrefreável ao morticínio. Pedagógico seu comportamento. Grilagem, liberação de garimpos, invasão de terras, confrontos indígenas, incitação ao caos nas ruas estão juntos na mesma pajelança assassina. No momento, é necessário foco nas investigações da Comissão de Inquérito do Congresso. Na grotesca versão oficial, já disse Bolsonaro, “a melhor vacina contra a Covid-19 é o próprio coronavírus”. Talvez contra os seus 23 pecados capitais, a CPI da Covid lhe caia bem. O culto ao negacionismo está com os dias contados. E nem mesmo um salvador da pátria pode escapar do julgamento por tamanho mal. Até porque, como ele mesmo afirmou: é Messias, mas não faz milagres. No Juízo Final, as 400 mil mortes sairão bem caras ao capitão.

https://istoe.com.br/os-23-pecados-capitais-do-governo/




POR CARLOS JOSÉ MARQUES 


A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE REVISTA ISTOÉ :

 

Custo social e descaso

País ganhou 33 milhões de pobres e queda do PIB superou a média dos emergentes

Crédito: Victor Moryama/The New York Times

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE REVISTA ISOTÉ :

https://istoe.com.br/o-que-aprendemos/ 


O que aprendemos

No meio de tantas incertezas, a pandemia ensinou lições que vão nos guiar por um bom tempo

O que aprendemos

Especial – Brasil 400 mil mortos

A ciência precisa ser valorizada. A medicina é crucial para salvar vidas. O despreparo dos políticos é o grande calcanhar de Aquiles da humanidade. Haverá outras pandemias. A máscara veio para ficar. Lavar as mãos é essencial. A tragédia da Covid vai deixar importantes lições para as próximas gerações. No Brasil, aprendemos que um presidente pode influenciar negativamente as atitudes nos cidadãos.

Na economia, houve avanço na desconstrução do mito que defendia o fim do Estado. Sem a presença da saúde pública e do auxílio financeiro aos mais pobres, tudo teria sido ainda mais dramático. O professor de economia do Mackenzie, Vladimir Maciel, afirma que “aprendemos que os itens básicos, como alimentos e produtos de higiene, têm um valor maior do que estávamos dando”. A colaboração entre países na pesquisa de vacinas e na criação de protocolos internacionais, elaborados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foram cruciais para sonhar com o fim de pandemia. Sozinhas, as nações teriam levado bem mais tempo para encontrar soluções eficazes.

Nada, porém, será como antes. O trabalho remoto veio para ficar – a solução para os problemas do trânsito pode nascer dentro desse contexto. Mais qualidade de vida, menos deslocamento até o local de trabalho. A importância da cultura tornou-se uma verdade incontestável: o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, disse que “a cultura foi um dos maiores alicerces para sorrir, refletir, sentir o coração mais quente na busca por esperança nos momentos mais difíceis”. Isso provou-se fundamental para elevar o espírito e manter a saúde mental.

Hipóteses iniciais caíram por terra. A reinfecção é uma realidade e ninguém está imune ao vírus. Pessoas jovens e com saúde impecável também morrem de Covid. A mutação do vírus, com a criação de novas variantes, é um complicador. Ainda não se sabe quanto tempo é a eficácia das vacinas e nem quais são todas as sequelas que a doença deixa.

As incertezas ainda são muitas. Até mesmo a vacina levanta muitas interrogações. Segundo o médico e coordenador da Maternidade Madre Theodora, Anderson Borovac, a vacinação das gestantes ainda não tem estudos suficientes, mas “as complicações por contaminação do coronavírus são superiores aos riscos das vacinas aplicadas no Brasil”, disse Borovac. Ao ouvir a ciência, aprendemos sempre – um passo de cada vez .

A FONTE DA INFORMAÇÃO BLOG MÁRCIO ADRIANO NEWS :


OPINIÃO BLOG MÁRCIO ADRIANO NEWS : 

HOJE PARA O BRASIL É UM DIA TRISTE, UM DIA ONDE MAIS DE 400.000 MIL FAMÍLIAS ESTÃO TRISTES POR TER PERDIDO UM ENTE QUERIDO, E POR ESSAS FAMÍLIAS O NOSSO RESPEITO E AS NOSSAS MAIS SINCERAS CONDOLÊNCIAS.
TODOS OS JORNAIS DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO BRASIL HOJE DESTACA EM LETRAS GARRAFAIS A TRAGÉDIA PIOR QUE UMA GUERRA NO BRASIL MAIS DE 400.000 MIL VÍTIMAS POR COVID-19.

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE VER CAPAS DE JORNAIS.COM



 

https://www.vercapas.com.br/

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE VER CAPAS DE JORNAIS.COM :


 

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A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE VER CAPAS DE JORNAIS.COM :

 


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A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE BEM PARANÁ :

 

Paraná já tem mais de 90 mil casos de pacientes com sequelas pós-covid


Sequelas do coronavírus criaram uma nova demanda para hospitais
Sequelas do coronavírus criaram uma nova demanda para hospitais (Foto: Franklin de Freitas)

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE PARANÁ PORTAL :

 https://paranaportal.uol.com.br/politica/senado-aprova-quebra-de-patentes-de-vacinas-contra-covid-19/

Senado aprova quebra de patentes de vacinas contra covid-19

Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quinta-feira (29) um projeto de lei (PL) que permite a quebra temporária de patentes de vacinas contra a covid-19. A proposta provocou muita discussão e dividiu a opinião dos senadores durante a sessão. O projeto teve 55 votos favoráveis e 19 contrários. Texto segue para a Câmara dos Deputados.ebcebc

Na prática, os donos de patentes ficam obrigados a ceder ao poder público, se esse assim solicitar, todas as informações necessárias para a produção de vacinas e medicamentos de enfrentamento à covid-19. O relator da proposta, senador Nelsinho Trad, (PSD-MS), explicou que o governo federal terá 30 dias para a regulamentação, elaborando uma lista das patentes e pedidos de patentes sujeitos ao licenciamento compulsório.