Após derrubada do IOF, Lira manobra para dar a nova 'facada' do Congresso no governo Lula
Ex-presidente da Câmara é o relator do projeto do governo que prevê isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil.
O Congresso Nacional prepara uma nova "facada" no presidente Luiz Inácio Lula da Silva em meio à ofensiva de uma aliança entre o centrão e bolsonaristas para "sangrar" o governo. Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara e relator do projeto do governo que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, decidiu adiar a entrega de seu parecer – travando uma proposta prioritária do Planalto.
A decisão de Lira, confirmada por aliados, veio logo após o Congresso, numa manobra articulada entre os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), derrubar o aumento do IOF proposto pelo governo para recompor o caixa da União. "Não há clima [para apresentar o relatório]", disse Lira. Na prática, o adiamento do parecer abre mais uma frente de pressão sobre o Palácio do Planalto, encurtando o calendário para aprovar a isenção ainda este ano – condição indispensável para que o benefício comece a valer em 2026, ano da sucessão presidencial.
O Congresso Nacional prepara uma nova "facada" no presidente Luiz Inácio Lula da Silva em meio à ofensiva de uma aliança entre o centrão e bolsonaristas para "sangrar" o governo. Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara e relator do projeto do governo que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, decidiu adiar a entrega de seu parecer – travando uma proposta prioritária do Planalto.
A decisão de Lira, confirmada por aliados, veio logo após o Congresso, numa manobra articulada entre os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), derrubar o aumento do IOF proposto pelo governo para recompor o caixa da União. "Não há clima [para apresentar o relatório]", disse Lira. Na prática, o adiamento do parecer abre mais uma frente de pressão sobre o Palácio do Planalto, encurtando o calendário para aprovar a isenção ainda este ano – condição indispensável para que o benefício comece a valer em 2026, ano da sucessão presidencial.


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