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sexta-feira, 27 de setembro de 2019
O MP-PR (Ministério Público do Paraná) denunciou Beto Richa (PSDB) por atos de improbidade administrativa relacionados às obras da PR-323, no interior do estado. A promotoria pede o bloqueio de bens do ex-governador do Paraná, mas não confirma a quantia exata. Em nota enviada ao Paraná Portal, a defesa de Richa afirmou desconhecer o fato denunciado e que irá se manifestar nos autos do processo. Além do tucano, outras pessoas e empresas também foram denunciadas pelo MP-PR nesta mesma ação civil por improbidade administrativa. Os detalhes sobre os acusados não forma confirmados por se tratar de um processo ainda em sigilo. As investigações do MP-PR estão relacionadas à Operação Piloto, que levou Beto Richa à prisão em 2018. Na ocasião, o ex-governador do Paraná foi beneficiado por um habeas corpus concedido pelo ministro STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes. Pelo mesmo esquema, o tucano já foi denunciado criminalmente e é réu na JFPR (Justiça Federal do Paraná). OPERAÇÃO PILOTO A Operação Piloto, desencadeada em setembro de 2018, investiga uma licitação para a realização de obras e concessão da PR-323, entre Maringá e Francisco Alves, nas regiões norte e noroeste do Paraná. Beto Richa foi denunciado por receber propina da Tucuman, uma das participantes do consórcio vencedor da licitação. Por meio de um imóvel, o tucano teria sido beneficiado indevidamente em pelo menos R$ 3 milhões. Em contrapartida, a empresa teria sido favorecida no processo licitatório. O consórcio era liderado pela empreiteira Odebrecht. Depoimentos de ex-executivos delatores deram origem à Operação Piloto.

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