Vale se mobiliza por nova ponte no Rio Ivaí
Por Ivan Maldonado, TNOnline

Brasil, um país falido, mas com vias para solução
Ao mesmo tempo em que expõe as dificuldades que o governo federal enfrenta em relação à dívidas que chegarão à R$ 6,24 trilhões em 2020, com evolução para R$ 7,76 trilhões em 2023, o senador paranaense, Oriovisto Guimarães (Podemos), aponta as saídas que não precisam de dinheiro e apenas de vontade política.
O encontro do caminho de uma nova ordem social que possa resgatar a autoestima do cidadão e o desenvolvimento do país “depende apenas do Governo Federal em pressionar o Congresso Nacional para instituir leis claras desvinculadas da tutela do Supremo Tribunal Federal (STF) que, hoje, cria insegurança nacional, a exemplo da discussão em pauta que pode acabar com a prisão de condenados em segunda instância”, observa o senador.
GOVERNO FALIDO
Guimarães, antes de ser um profeta do caos, tem sugestões para o país sair da crise, o que poderá acontecer a partir de 2024. Relator do PPA (Plano Plurianual) que desenha o planejamento e traça as metas de investimentos do governo federal para os próximos quatro anos, relata que o “governo está, literalmente, falido que terá um déficit primário – não consegue pagar as contas e terá que tomar empréstimos – todos os anos antes de pagar os juros da dívida interna”.
Esta dívida, explica o senador, tem aumento diário de R$ 1 bilhão e a maioria provém da Previdência e da folha do funcionalismo público. A projeção do PPA para 2020 a 2023 é de R$ 6,8 trilhões e somente com a Previdência Social o governo terá que disponibilizar R$ 2,9 brilhões, o que representa 66% do total do orçamento e mais R$ 1,5 trilhão de gastos com pessoal (34%), o que soma R$ 4,4 trilhões de uma receita prevista de R$ 7,2 trilhões no período. Portanto, uma receita estimada de R$ 7,2 trilhões, uma despesa de R$ 8,3 trilhões o quem resulta em um déficit de R$ 1,1 trilhão.
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