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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Uma paralisação no fim do primeiro ano de mandato do governo Bolsonaro seria uma catástrofe. Em 2018, a greve abortou o início de uma recuperação econômica. Dessa vez, o efeito poderia ser pior, uma vez que Jair Bolsonaro terá pelo menos mais três anos pela frente, enquanto que Temer estava já no fim de seu mandato. A expectativa dos agentes econômicos, como empresários e investidores, era que, como Bolsonaro estava respaldado pela maioria dos caminhoneiros, esse risco estaria descartado para o seu governo. Essa confiança seria jogada no lixo com uma greve. Alguns efeitos práticos já podem ser aventados. O primeiro seria a perda do parco crescimento econômico previsto para este ano — menos de 1%. O PIB pode estagnar ou até mesmo retrair a depender do tamanho da paralisação. O segundo seria o aumento da pressão inflacionária causada pela escassez de produtos nas grandes metrópoles. E, por fim, o ato serviria de palanque político para Lula. Tarcísio de Freitas, que constantemente é alçado à condição de melhor ministro da Esplanada, precisa ter um desempenho digno da posição para afastar de vez o risco de greve.



Caminhoneiros e sindicatos ameaçam governo Bolsonaro com nova greve

Recebo relatos de profissionais chorando. Estão quebrados. A greve está por um triz para acontecer”, disse a VEJA Aldacir Cadore, porta-voz de um grupo de autônomos do entorno de Brasília, mas que se diz contrário à paralisação. “Outros grupos, como a FUP (Federação Única dos Petroleiros) estão querendo que os caminhoneiros parem antes para aderir a uma greve geral. Estão usando os caminhoneiros como boi de piranha”, afirmou.
Depois que o governo de Jair Bolsonaro voltou a colocar em vigor a tabela do frete, suspensa desde julho, caminhoneiros voltaram a se articular em grupos de WhatsApp para planejar nova greve geral ainda este ano. Trabalhadores se sentem traídos e dizem que Bolsonaro os tratou como “trouxas”.
Em áudio enviado pelo líder Marconi França aos colegas, ele afirma que o governo só tinha suspendido a tabela para “ganhar tempo”. Outra liderança, Ronaldo Lima, também compartilhou no grupo de WhatsApp mensagens enviadas ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, dizendo que houve covardia e falta de interesse em negociar do governo.


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