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DEPUTADO FEDERAL SÉRGIO SOUZA 1512 O DEPUTADO FEDERAL DA NOSSA TERRA ...

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE BRASIL 247.COM :

  https://www.brasil247.com/editoriais/fuga-de-flavio-desmoraliza-o-bolsonarismo-e-abre-espaco-para-lula-pacificar-o-brasil/ Fuga de Flávio ...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

A FONTE DA INFORMAÇÃO SITE VI O MUNDO :

 https://www.viomundo.com.br/denuncias/mab-denuncia-tragedia-na-bahia-se-deve-a-rompimento-de-barragens-privadas-destruicao-ambiental-e-descaso-completo-do-governo-federal.html

MAB denuncia: Tragédia na Bahia se deve também a rompimentos de barragens privadas, destruição ambiental e descaso do governo


ENQUANTO O PRESIDENTE BOLSONARO CURTE FÉRIAS EM SANTA CATARINA, BAHIA ENFRENTA ESTADO DE CALAMIDADE

Chuvas intensas na Bahia agrava situação das barragens no estado e evidenciam descaso do governo federal com as vítimas das enchentes

Por Gabrielle Sodré, de Coribé (BA), Coordenação Nacional dos Atingidos por Barragens (MAB)

A população do estado da Bahia está sofrendo com o alto volume de chuvas e o rompimento de várias barragens.

Os moradores ribeirinhos de áreas rurais e urbanas estão entre as maiores vítimas, sofrendo todos os tipos de consequências na região.

O intenso volume de chuvas que atinge em especial as regiões sul e extremo sul do estado da Bahia, deixam um rastro de destruição e calamidade nos municípios atingidos.

Segundo as medições das estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o acumulado de chuvas de dezembro é o maior há, pelo menos 15 anos, em algumas regiões do estado, sendo que em determinados municípios o volume de chuvas foi 50% acima da média histórica do mês.

A chuva em excesso, a falta de um plano para socorro adequado em situação de desastres, barragens inseguras e mal fiscalizadas em propriedades particulares, aliada a falta de infraestrutura para lidar com grande volume de chuvas, caracterizam o cenário atual do estado.

Segundo dados da Superintendência de Proteção e Defesa Civil (Sudec), até a noite de 28, contabilizavam-se 136 municípios baianos atingidos, 21 mortes, um número de desabrigados de 34.163 e 42.929 desalojados.

Em declaração, o coronel Adson Marchesin, comandante-geral do Corpo de Bombeiros da Bahia, informa que ao menos dez barragens estão em nível crítico de água, e destaca que as estruturas que já se romperam são construções em propriedades privadas.

O fato é que o quadro se repete ano após ano e o povo é a grande vítima, são as populações ribeirinhas que mais sofrem com o rompimento de barragens e cheias acima do normal.

É resultado e consequência da atual política nacional de construção de barragens e do modelo de agricultura aplicado pelos grandes empresários, que desrespeitam as leis ambientais, não investem em segurança de barragens, desmatam as florestas e áreas de preservação, gerando rompimentos de barragens, destruição ambiental, catástrofes climáticas e graves consequências às populações ribeirinhas.

Tudo respaldado pelo completo descaso do governo federal com estes temas.

Enquanto a população baiana sofre com as enchentes e inundações, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou durante passeio na praia com apoiadores, que “espera não ter que retornar antes” das férias em Santa Catarina.







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